domingo, 27 de janeiro de 2008

O Fabuloso destino de Amélie Poulain


Quando chegou aos cinemas, em 2001, O Fabuloso destino de Amélie Poulain fez um grande sucesso. Hoje, 7 anos depois, o filme tem um status de neo-clássico garantido por uma legião diversa de fãs que possui algo em comum: o interesse (por mínimo que seja) pela 7ª arte.
Não tem tiros e explosões, nem é um drama daqueles de desesperar qualquer um de angústia. Fala, antes de tudo, do sentimento humano e de algo sensível, mas imperceptível à maiorias dos olhos: os pequenos prazeres e manias de cada um, coisas particulares que todos possuem, mas poucos se atentam.
A história é uma fábula leve e divertida que narra a vida de Amélie Poulain, uma menina que por viver solitária na “companhia” distante do pai, passa a ver o mundo sob um ótica mais fantasiosa, descompromissada da realidade dura e cultiva um interesse pelos pequenos prazeres (uma sacada genial, só pra frisar). Descobre um dia, um pequeno segredo que a destina a uma missão e a partir daí decide disseminar o bem para todos que estão ao seu redor. Até que se envolve numa jornada pessoal em busca do amor que precisa para que a sua vida esteja completa.
A identificação do espectador com as personagens e principalmente com a protagonista, é o elemento-chave que faz o sucesso do filme. A aura onírica da produção combinada com um enredo fértil e bem amarrado encantam por duas horas que passam sem serem sentidas.
Fotografia, atuações, movimentos de câmera e uma trilha sonora feita de valsas singelas e lindas compõem uma sucessão de êxitos, ficando impossível para o resenhista não rasgar seda. Amélie é clássico sim e merece ser visto. Pronto, falei.

10 Comentários:

Blogger .F Marques disse...

uma fabulosa análise, de um fabuloso filme.
Gostei mesmo dessa sua visão.

27 de janeiro de 2008 18:52  
Blogger Paula disse...

Adorei "valsas singelas e lindas"!!
Amo a trilha sonora!
Vamos assistir juntos uma vez, né?

27 de janeiro de 2008 20:02  
Blogger Gentle Rick disse...

ahhhh primeiro dvd da minha coleção. lembro da minha felicidade por encontrá-lo na loja. esse filme eh d uma simplicidade indescritivel. me emociono toda vez q assisto.

29 de janeiro de 2008 10:46  
Blogger Cristiano Contreiras disse...

Ótimo mesmo o seu conceito de escrita e blog! gostei muito.


www.bonequinhodeluxo.com

29 de janeiro de 2008 16:47  
Blogger Woodstock disse...

amélie é vida!
quintessência do otimismo e da felicidade! nunca me cansarei de ver esse filme.

você sabia que ele foi altamente rejeitado em cannes? não chegou nem a entrar na seleção oficial! depois que soube disse cannes perdeu muito a credibilidade comigo rs

7 de fevereiro de 2008 11:57  
Blogger Zé Diego disse...

tenho nem comentarios.esse filme como disse, é um classico.

14 de fevereiro de 2008 14:42  
Blogger dessapramelhor disse...

haaaaaaaa

adepto do pajubá tb?

Ainda quero ter o original desse filme!Se souber de um preço bom, me avisa!

14 de fevereiro de 2008 14:51  
Blogger niltim disse...

eu.

16 de fevereiro de 2008 10:48  
Blogger PatSodré disse...

Maravilhoso!

20 de fevereiro de 2008 12:19  
Blogger geoamorim disse...

Como um cinéfilo estudante de letras às voltas com toda akela bagatela de morfologias e latins, posto retardadamente...Amélie é o que procuro nos outros. Não, minto sou eu quando procuro. Não sei. Só sei que vc conseguiu numa conversa definir algumas peculiaridades Amelirianas em mim e confirmo! Deveria ter nascido película e não homem!!

KKKKK!!!

24 de maio de 2008 17:31  

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